sexta-feira, 4 de abril de 2014

(ARTIGOS & COLUNA) É bom saber disso...

                                                                                                                                                                        Radionetnews              

FONTE: VERDADE SUFOCADA , ASSUNTO:   
03/04/14 - É bom saber disso...

Por Gen Bda Paulo Chagas
Caros amigos
É realmente muito triste assistir impotente à massificação da mentira a respeito de 31 de Março e do Regime Militar.
Hoje, pouco mais de 10% dos brasileiros podem testemunhar o que de fato ocorreu no Brasil nos 21 anos do Regime Militar, o que assegura sucesso ao investimento do governo para demonizar este tempo da história e, por via de consequência, no mesmo movimento, atingir a imagem e a confiança da população nas Forças Armadas, imaginando assim poder reduzir a possibilidade de tê-las pela frente, em caso de ruptura da normalidade institucional.
Usando os números oficiais, inflacionados pela possibilidade de receber algum dinheiro público em indenizações da Comissão da Anistia, que, por sinal, até hoje já distribuiu 3,4 bilhões de Reais, podemos concluir que 0,04% da população brasileira, naquele período, diz que foi atingida, de alguma forma, direta ou indiretamente, pela ação repressiva do Estado na guerra contra o terrorismo. Isto se considerarmos que todos os caçadores de indenizações foram honestos em suas narrativas, o que é raro no Brasil da era pós-moral!
Do total da população brasileira à época, 0,0000055% morreu na luta armada, de ambos os lados da contenda.
A insignificância destes números, diante dos 50 mil assassinatos registrados por ano no Brasil de hoje, o que representa 30% de todos os homicídios da América Latina e do Caribe, somada à comprovada evidência de que a população nunca apoiou ou simpatizou com a ação subversiva, nos autoriza a dizer com convicção que, malgrado os naturais equívocos internos e as crises internacionais, os brasileiros, em sua quase totalidade, viveram felizes, satisfeitos e seguros durante o Regime Militar.
As palavras do grande líder e mentor daqueles que, nos últimos dias, jogaram no evento histórico e no período sob o mando de militares, todas as pedras que encontraram ou fabricaram, o Sr Lula da Silva, atestam o que afirmamos: “Do ponto de vista da classe trabalhadora o regime militar impulsionou a economia do Brasil de forma extraordinária. (...) o dado concreto é que, naquela época, se tivesse eleições diretas, o Médici ganhava. E foi no auge da repressão política mesmo, o que a gente chama de período mais duro do regime militar. A popularidade do Médici no meio da classe trabalhadora era muito grande. Ora, por quê? Porque era uma época de pleno emprego. (...) os exilados, quando voltaram tiveram um choque com o Brasil. Porque o Brasil, nesse período, saiu de um estado semi-industrial pra um estado industrial...”
Destes números e desta declaração conclui-se, sem medo de errar, que uma simples pesquisa nos jornais, nos arquivos televisivos, na produção artística e em quaisquer outras fontes e referências da época, nos provará a mentira que está sendo descaradamente contada.
Infelizmente, trata-se de uma luta injusta, desleal e desigual, de gigantes prevalecidos e arrogantes, acobertados pela omissão ou pela compra do silêncio ou do apoio de parte da mídia, contra pigmeus, operadores das redes sociais, elas também impregnadas pela circulação de mentiras e pela ação viral de hackers contratados para amordaçá-los!
Tudo de terrível que eles contam e relatam é até possível que tenha ocorrido, descontando-se a “Recomendação Mário Lago”(*), é lógico. Afinal, como muito bem diz o Gen Leônidas Pires Gonsalves, da guerra, só é bonita a vitória, o resto é feio e, quem se mete nela tem que saber disso e aguentar o tranco. Todavia, afirmar que as agruras passadas por quem não soube avaliar o poder e a determinação do adversário estenderam-se para toda a população é uma mentira tão deslavada que nem o maior de todos os mentirosos foi capaz de sustentar.
A nação brasileira está no rumo errado, sendo conduzida por mãos erradas e mal intencionadas. As eleições de outubro podem quebrar a inércia do movimento, mas não a ambição nem a determinação daqueles que têm Cuba como ideal, os irmãos Castro como modelo e o bolivarianismo como meta.
A precisão e a intensidade dos fogos que se têm concentrado sobre as Forças Armadas demonstram muito bem a estratégia e o receio do inimigo. É bom saber disso ...
(*) "Mário Lago, comunista até a morte, ensinava: 'quando sair da cadeia, diga que foi torturado. Sempre'. A pior coisa que podia nos acontecer naqueles 'anos de chumbo' era não ser preso. Como assim, todo mundo ia preso e nós não? Ser preso dava currículo, demonstrava que éramos da pesada, revolucionários perigosos, ameaça ao regime, comunistas de verdade! Sair dizendo que tínhamos apanhado, então! Mártires, heróis, cabras bons." (Mírian Macedo)                                                                                                                                       PEDIDO DO EDITOR: Olá leitor, Obrigado por esta lendo este meu pedido. Se gosta do meu trabalho, por favor ajude este editor a continuar a divulgar informações , através das minhas paginas , nelas encontrará, jornalismo atualizado sempre que possível, e informações bastantes esclarecedoras, como esta acima, além de entretenimento e diversão. por isso , peço que doem a esta pagina.Porque somente desta forma poderei continuar o meu trabalho por meio desta ferramenta. Conto com seu apoio. Obrigado Lenilson Marcos 

(ARTIGOS & COLUNA) De MENTIRAS e FARSAS estamos fartos com as governamentais e repudiamos as de um estrangeiro!

                                                                                                                                                                        Radionetnews  

FONTE: VERDADE SUFOCADA, Assunto :
03/04/14 - De MENTIRAS e FARSAS estamos fartos com as governamentais e repudiamos as de um estrangeiro!
Assunto: Coice muito bem dado no Sr. Prof. Franck D. McCann
 Por Jorge Alberto Forrer Garcia, Coronel Reformado
Tomado apenas o trecho final da entrevista que o Sr. Prof. Franck D. McCann deu ao jornal O Estado de São Paulo em 1° de abril de 2014.
 
Prezado amigo, cordiais saudações.
É triste ver um estudioso como esse, de quem li os três livros sobre os militares do Brasil...(lágrimas)
Comecei a preparar essa resposta e fui tomado pela raiva. Ira, na verdade. Sei que são sentimentos menores, burrice mesmo, mas, preciso de várias reencarnações para chegar a um estado de evolução que me permita não mais sentir as coisas dessa forma.
Esse estudioso, que, até ler no jornal sua entrevista, eu tinha como um conhecedor dos militares do Brasil atreve-se a, hoje, tratar-nos dessa forma. Justamente ele que teve o mais amplo acesso que o Exército lhe poderia dar para a execução de suas pesquisas. 
Eu mesmo, como tenente, participei de uma demonstração de ataque de carros de combate especialmente realizada para ele no 4° RCC, em Rosário do Sul. Até no tiro de M41 ele participou como atirador do Carro. (“A Nação Armada”, Franck D. McCann, 1982, Editora Guararapes, Recife/PE) Tenho fotos. Entrevistou-se com vários oficiais. Ele fora até lá como convidado do Estado-Maior do Exército e amigo do Comandante. Hoje, sou obrigado a ler tais palavras e pensar que ele, que tanto se serviu do Exército, foi levado na "onda" do "politicamente correto" e, agora, se expressa dessa maneira. Para ficar só nas questões finais de sua entrevista ao Estado de São Paulo, tento argumentar como se segue.

Como evitar que tudo aconteça de novo?Basta que os Poderes da República e as instituições nacionais tomem vergonha na cara e cumpram com seus deveres...Retomem seus compromissos com a Nação e o Povo brasileiros. Quando me refiro à vergonha na cara quero dizer que voltem a se fazer respeitadas pelo cumprimento de suas missões constitucionais, e não mais se sirvam do Brasil e voltem a servi-lo.

É bom que a Presidente Dilma tenha proibido os militares de comemorar 1964 e o regime posterior...Que parte de seus estudos Sr. Franck lhe deu autoridade para tratar de assuntos internos do Brasil assim com essa desfaçatez? Seria a amizade que o Sr. sempre cultivou nos altos círculos do Exército e que foram fontes para seus estudos? Militares morreram em consequencia desse evento. Por que não podemos cultuá-los dentro dos quartéis? Eles estavam fardados, enquadrados e com, missões definidas. Não eram um “bando armado”. Tinham comandantes, famílias...Por que não se poder homenageá-los?

As escolas militares deveriam estar ensinando sobre tudo isso como um exemplo do que os militares brasileiros não devem fazer....Pôxa! Sr. McCann. Pelo fato de o Sr. nos ter estudado tanto isso lhe dá a suprema sabedoria para nos dizer como conduzir o ensino nas nossas escolas militares? Logo o Sr.! Que deve conhecer mais escolas militares brasileiras do que eu mesmo. Gostamos de cultuar aquele ditado militar que diz que numa Força Armada são preferíveis os leões aos cordeiros. Então posso concluir que o Sr. preferiria que nossas escolas estivessem formando cordeiros?

A melhor proteção para as Forças Armadas é ver o golpe como um erro grave....Sr. Franck! Tenha a santa paciência. Proteção contra quem e/ou contra o quê? E o que lhe dá o direito de vir apontar erros das Forças Armadas de um país que – até onde eu sei – é soberano? O Sr. é um historiador, logo, não serei eu a lhe dizer o que é conjuntura de uma época. O Sr. percebe que vivíamos uma conjuntura específica ou, com tanto estudo, o Sr não percebe? Se o “golpe”, como por V. Sa. tratado, não tivesse acontecido não há dúvida de que hoje seríamos um país comunista ou posso concluir que o Sr. preferiria que o país que tão bem o acolheu – e lhe permitiu sucesso por isso – fosse uma imensa Cuba?

Não foi uma vitória sobre o comunismo...Em seu livro “Soldados da Pátria – História do Exército Brasileiro 1889-1937” (Frack D. McCann, 2007, Editora Companhia das Letras, São Paulo/SP) V. Sa. gasta um bom números de páginas discorrendo sobre os acontecimentos de 1935. Então posso entender que também lá quando o Exército respondeu com armas à tentativa de tomada do poder pelos comunistas, a Instituição não os derrotou? Claro, o Sr. pode vir com aquele ponto de vista de que as ideias não se podem derrotar. Mas, acho que não vem ao caso. Não vamos agora discutir se trocamos uma ditadura por outra, pois isso também não vem ao caso. Se 1964 - num contexto de Guerra Fria - não foi uma vitória sobre o comunismo o que foi então? Talvez, se nos tivéssemos tornado aquela "Grande Cuba" o Sr. não tivesse tido a oportunidade de ter realizado tantas pesquisas com os militares brasileiros. Mas a História não aceita "talvez" e o Sr. bem sabe do perigo que o Brasil corria em 1964. Em 1965 o Sr. era professor na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro. Como historiador e pesquisador o Sr. não auscultava o que a população dizia daqueles anos? E depois, entre 1976 e 1977, quando o Sr. lecionou da Universidade de Brasília (UnB) não percebeu a ação deletéria das esquerdas sobre a vida acadêmica brasileira? Afinal, que historiador o Sr. me saiu?

Mas um ataque à democracia e ao Brasil como um país livre....Para qual democracia o País estava indo? É como dizem: "O Brasil não é para principiantes!", ou o Sr. - que tanto nos estudou e, por isso, nem principiante pode ser considerado - não sabe da infiltração comunista no governo João Goulart? Das Ligas Camponesas? Da atuação de Prestes? Do apoio financeiro de Cuba? Isso tudo o Sr. não sabia?

Devo lembrar que as Forças Armadas de hoje não são as mesmas que as de 1964....Novamente nos jogam essa cunha ideológica para, noutra tentativa divisionista, tentar dissolver o amálgama que une as gerações de militares brasileiros. Como podem as Forças Armadas serem instituições permanentes e a cada momento serem tratadas como as de "ontem" e as de "hoje"?. Esta é uma das variadas formas de romper o compromisso da juventude militar das tradições históricas de cada uma das Forças Armadas. Verdadeira quimera buscada incessantemente pelas esquerdas.

As instituições militares de hoje no Brasil são politicamente neutras e totalmente engajadas na sua missão de defesa nacional....e de garantia da Lei e da Ordem! O Sr. esqueceu dessa parte da missão? Cabe às Forças Armadas defender o Brasil dos próprios brasileiros. Como não? Veja o que o que diz a missão de países tidos como muito desenvolvidos: defender a nação contra todos os tipos de inimigos, mesmo os domésticos. Ou o Sr. considera que estes não existem? Forças Armadas totalmente engajadas na defesa nacional? E as Forças Armadas de outros tempos não o foram igualmente? O Sr. que tanto nos estudou poderia citar uma oportunidade em que as Forças Armadas furtaram-se à defesa do Brasil por serem menos profissionais? Quanto a elas serem politicamente neutras aí eu concordo com o Sr. pois, toda a vez em que os militares brasileiros meteram-se com políticos deram-se mal. Não se trata de um juízo de valor É uma constatação histórica. Bem fazia Caxias. Quando o Império lhe dava poder militar sobre uma região ele logo pedia também o poder político local, pois bem sabia o que podia acontecer se assim não fosse.
Portanto Sr. Franck D. McCann, desça do pedestal a que o Sr. foi levado por essas mesmas Forças Armadas às quais ousa agora dar lições de moral e use o amplo conhecimento que tem de nós não para nos ser gratos, mas para ser honesto em seus propósitos de acadêmico e historiador.
 
Jorge Alberto Forrer Garcia
Coronel Reformado                                                                                                                                 
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quinta-feira, 3 de abril de 2014

(VÍTIMAS DO COMUNISMO FEROZ) - *JANEIRO*

Radionetnews

A foto acima mostra como ficou o corpo do sentinela Mário Kozel Filho, morto em uma ação do bando de DILMA  ROUSSEF, quando invadiram pátio do quartel para roubar armamento para guerrilha. O bando lança  uma bomba contra a sentinela que após a explosão deixou o corpo do soldado deste jeito da foto acima. abaixo a fóto do rapaz. Até os dias de hoje jamais recebeu algum reconhecimento, dos que hoje governam este país, e muito menos receberam indenização. A família ainda aguarda, este reconhecimento.  Este episódio atormentará aqueles que fizeram tal crueldade até no inferno. Uma coisa eu digo o pior castigo são as lembranças que os atormentará, enquanto viverem.
ATÉ QUANDO ESTAS VÍTIMAS DOS FEROZES GUERRILHEIROS qmuitoue,PÓS 1964, FICARÃO NO ESQUECIMENTO DESTA SOCIEDADE, DOMINADA POR AQUELES QUE OS ASSASSINARAM, E MUITOS DESTES ASSASSINOS, RECEBEM DO ESTADO INDENIZAÇÕES MILIONÁRIAS, POR SE DIZEREM, VÍTIMAS DA DITADURA, E PERSEGUIDO POLÍTICO. QUANDO A VERDADE MESMO, É QUE FORAM ASSASSINOS. ROUBAVAM, ASSALTAVAM, TOCAVAM TERROR, NINGUÉM ATÉ O DIA ATUAL SE PERGUNTA, do porque a sentinela morta e destroçada , morta pelo bando de Dilma Roussef, naquela ação contra um quartel do exercito! que visava roubar armamento. Até hoje a família do rapaz aguarda reconhecimento pela morte de seu filho. Enquanto os seus algozes recebem vultosas quantias indenizatória. CONHEÇA MAIS VÍTIMAS destes que hoje governa:   
Janeiros:
Em janeiro , reverenciamos a todos os que, em meses de janeiros passados, tombaram pela fúria política de terroristas *comunistas*. Os seus algozes, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país.
Cabe-nos lutar para que recebam isonomia no tratamento que os “arautos” dos direitos humanos dispensam aos seus assassinos, que hoje recebem pensões e indenizações do Estado contra o qual pegaram em armas.
A lembrança deles não nos motiva ao ódio e nem mesmo à contestação aos homens e agremiações alçados ao poder em decorrência de um processo político legítimo. Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça  por terem perdido a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.
A esses heróis o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.                                                                                    10/01/68 – Agostinho Ferreira Lima - (Marinha Mercante - Rio Negro / AM)


No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes “Dr. Ramon”, o qual, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a falecer no dia 10/01/68.

07/01/69 – Alzira Baltazar de Almeida - (Dona de casa – Rio de Janeiro / RJ)
Uma bomba jogada por terroristas, embaixo de uma viatura policial, estacionada em frente à 9ª Delegacia de Polícia, ao explodir, matou a jovem Alzira, de apenas 18 anos de idade, uma vítima inocente que na ocasião transitava na rua.

11/01/69 – Edmundo Janot - (Lavrador – Rio de Janeiro / RJ)
Morto a tiros, foiçadas e facadas por um grupo de terroristas que haviam montado uma base de guerrilha nas proximidades da sua fazenda.

29/01/69 – Cecildes Moreira de Faria -  (Subinspetor de Polícia – BH/ MG)
29/01/69 – José Antunes Ferreira - (Guarda Civil – BH / MG)
O terrorista Pedro Paulo Bretas, “Kleber”, ao ser interrogado “entregou” um “aparelho” do Comando de Libertação Nacional (Colina), na rua Itacarambu nº 120, bairro São Geraldo.
Imediatamente, uma equipe de segurança se dirigiu ao local e quando se anunciou como polícia, foi recebida por rajadas de metralhadora, disparadas por Murilo Pinto Pezzuti da Silva, “Cesar” ou “Miranda”, que, com 11 tiros, mataram o Subinspetor Cecildes Moreira da Silva , que deixou viúva Irene Godoy de Faria e oito filhos menores, e o Guarda Civil José Antunes Ferreira, ferindo, ainda, o Investigador José Reis de Oliveira.
Foram presos no interior do “aparelho” o assassino Murilo Pinto Pezzuti da Silva o os terroristas do Colina:
Afonso Celso Lana Leite, ”Ciro”;
Mauricio Vieira de Paiva, ”Carlos”;
Nilo Sérgio Menezes Macedo;
Júlio Antonio Bittencourt de Almeida, “Pedro”;
Jorge Raimundo Nahas, “Clovis” ou “Ismael”;
Maria José de Carvalho Nahas, “Celia” ou “Marta”.
No interior do “ aparelho” foram apreendidos 1 fuzil FAL, 5 pistolas, 3 revólveres, 2 metralhadoras, 2 carabinas, 2 granadas de mão, 702 bananas de dinamite, fardas da PM e  dinheiro de assaltos.

17/01/70 – José Geraldo Alves Cursino - (Sargento PM – São Paulo / SP)
Morto a tiros por terroristas.

07/01/71 – Marcelo Costa Tavares - (Estudante –  14 anos - MG)
Morto por terroristas durante um assalto ao Banco Nacional de Minas Gerais.
Participaram da ação: Newton Moraes, Aldo Sá Brito, Macos Nonato da Fonseca e Eduardo Antonio  da Fonseca.

18/01/72 – Tomaz Paulino de Almeida - (sargento PM – São Paulo / SP)
Morto, a tiros de metralhadora, no bairro Cambuci, quando um grupo terrorista roubava o seu carro.
Autores do assassinato: João Carlos Cavalcante Reis, Lauriberto José Reyes e Márcio Beck Machado, todos integrantes do Movimento de Libertação Nacional (Molipo).
As famílias dos assassinos João Carlos Cavalcante Reis e Lauriberto José Reyes foram indenizadas pela Lei nº 1.140/95.

20/01/72 – Sylas Bispo Feche - (Cabo PM São Paulo / SP)
O cabo Sylas Bispo Feche, integrava uma Equipe de Busca e Apreensão do DOI/CODI/II Exército. Sua equipe executava uma ronda, quando um carro VW, ocupado por duas pessoas, cruzou um sinal fechado quase atropelando uma senhora que atravessava a rua com uma criança no colo. A sua equipe saiu em perseguição ao carro suspeito, que foi interceptado. Ao tentar aproximar-se para pedir os documentos dos dois ocupantes do veículo, o cabo Feche foi, covardemente, metralhado por eles. Foi travado um tiroteio entre a equipe e os dois terroristas que também morreram no local.
Os assassinos do cabo Feche, ambos membros da Ação Libertadora Nacional (ALN), são:
·         Gelson Reicher “Marcos” que usava identidade falsa com o nome de Emiliano Sessa, era chefe de um Grupo Tático Armado (GTA) e já tinha praticado mais de vinte atos terroristas, inclusive o seqüestro de um médico.
·         Alex Paula Xavier Pereira “Miguel”, que usava identidade falsa com o nome de João Maria de Freitas, fez curso de guerrilha em Cuba e praticou mais de quarenta atos terroristas, inclusive atentados a bomba na cidade do Rio de Janeiro. 
·         As famílias dos assassinos Gelson Reicher e Alex Paula Xavier Pereira foram indenizadas pela Lei nº 9.140/95.

25/01/72 – Elzo Ito - (Estudante – São Paulo / SP)
Aluno do Centro de Formação de Pilotos Militares foi morto por terroristas quando roubavam seu carro.

Os mortos aqui relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações, mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome a escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o nosso dinheiro.                                                                                                                                     

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