quinta-feira, 23 de abril de 2015

(A BESTA X YÊMEN)20 pessoas mortas em ataques aéreos sauditas no sul do Yemen

Fumaça sobe acima do acampamento Alhva, a leste da capital iemenita de Sanaa, na sequência de ataques aéreos sauditas, 17 de abril de 2015. © AFP
RadionetnewsA Yemeni man lays in his bed at a hospital in the capital city of Sana’a on April 21, 2015, a day after he was wounded in a Saudi airstrike. © AFP
Um homem iemenita estabelece em sua cama em um hospital na capital de Sanaa em 21 de abril de 2015, um dia depois de ter sido ferido em um ataque aéreo saudita. © AFP 

                                                             O POVO DO YÊMEN TEM O DIREITO A RESOLVEREM SUA QUESTÕES,  SEM A INTROMISSÃO DE INTERESSES ESCUSOS  EXTERNOS, A MINORIA SUNNITA DO YÊMEN SE VIU EM APUROS, QUANDO A MAIORIA DO POVO QUE É XIITA ,RESOLVEU SE LEVANTAR,E LUTAR PELOS SEUS ANSEIOS. ACONTECE QUE AQUELE REGIME SENDO SUNNITA,TEM O APOIO DOS EUA E DOS PAÍSES SUNNITAS DA LIGA ÁRABE, NO CASO *ARÁBIA SAUDITA* E ESTA SEM O APOIO DA ONU E SIM DOS EUA E ALIADOS. RESOLVERAM ENTÃO, SE ENTROMETER EM UM ASSUNTO INTERNO DE UMA NAÇÃO SOBERANA, E A ONU SE CALA E FAZ VISTAS GROSSAS PELO QUE ESTA SE PASSANDO COM O POVO DO YÊMEN QUE VEM JÁ HÁ ALGUNS MESES, SOFRENDO PESADOS BOMBARDEIOS POR PARTE DA ARÁBIA SAUDITA! QUERO VER O DIA EM QUE UMA NAÇÃO XIITA DE FORMA ILEGAL, ASSIM COMO ILEGALMENTE AGE A ARÁBIA SAUDITA , ENTRAR NA GUERRA SEM CONSULTA PRÉVIA E AJUDAR A DEFENDER A MAIORIA SUNNITA DO YÊMEN. AÍ TENHO CERTEZA QUE AQUELES DA ONU QUE FAZEM  VISTAS GROSSA PARA O QUE ESTA SE PASSANDO LÁ, RAPIDAMENTE VÃO SAIR DE CIMA DO MURO, AÍ SERÁ TARDE E O EIXO SE LEVANTARÁ CONTRA AS ATROCIDADES DA ARÁBIA E SEUS ALIADOS ,EUA E EU (besta)E ESTA NAÇÃO PRESTE A ENTRAR É NAÇÃO PERSA DO IRÃ QUE TAMBÉM NÃO ESTARÁ SÓ, PORQUE TERÁ O APOIO TOTAL E IRRESTRITO DA RÚSSIA,CHINA,SÍRIA. AÍ SENHORES SERÁ O EIXO SE LEVANTADO, E DESTA FORMA SE VERÁ CUMPRIDO UMA  PROFECIA ANTIGA DESCRITA POR NOSTRADAMUS ! QUANDO FALA QUE VERMELHOS SE UNIRIAM AOS AMARELOS E ESTE SE JUNTARIAM AOS DO ORIENTE, E JUNTOS MARCHARIAM CONTRA O OCIDENTE FAZENDO-O DEVASTADO! PENSEM COMO EU ,QUE VEJO O PERIGO O CONFRONTO FINAL SE APROXIMANDO A PASSOS LARGOS. GRAÇAS A ESTUPIDES DAQUELES QUE SE ACHAM NO DIREITO DE SE ENTROMETEREM EM ASSUNTOS  DE OUTRAS NAÇÕES,QUE NÃO LHES DIZEM RESPEITO.  Lenilson Marcos                                                                                                             Pelo menos 20 pessoas perderam a vida na sequência ataques aéreos sauditas na cidade iemenita sudoeste da al-Dhale.                               
De acordo com relatos da mídia iemenitas na quinta-feira, as mortes ocorreram depois que aviões sauditas alvejado duas escolas e um ginásio em al-Dhale.

Reports disse que os projéteis de artilharia sauditas alvo as posições dos lutadores Ansarullah do movimento Houthi nas duas áreas de al-Mosalas e al-Hesameh na província noroeste de Saada, perto da fronteira da Arábia Saudita.


No início do dia, o aeroporto da cidade portuária de Aden foi atingido por aviões de guerra sauditas.


Ataques aéreos sauditas também deixou vários mortos e feridos na região al-Afyush entre as cidades estratégicas de Aden e Lahij.Saudi militares dispararam granadas de artilharia no campo de refugiados Mazraq na província do norte do Iêmen de Hajjah, perto da fronteira com a Arábia Saudita.


Em uma transmissão na noite de terça-feira, o porta-voz do governo da Arábia Saudita, o brigadeiro-general Ahmed al-Assiri, anunciou o encerramento da primeira fase da guerra Arábia sobre o Iêmen, que recebeu o codinome como a chamada tempestade decisiva contra o Iêmen.


No entanto, acrescentou que o bloqueio naval Arábia sobre o Iêmen ficaria no lugar e as forças sauditas continuaria alvo combatentes do movimento Houthi Ansarullah no Iêmen.


Arábia Saudita iniciou a sua agressão militar contra o Iêmen em 26 de março - sem um mandato da ONU - em uma tentativa de restaurar a energia para fugitivo ex-presidente, Abd Rabbuh Mansur Hadi, que é um aliado próximo de Riyadh.


Segundo relatos, cerca de 1.000 pessoas foram mortas durante a agressão.

sábado, 18 de abril de 2015

(PÁTRIA NA LAMA) A vitória pertence aos bravos!

Radionetnews                Por - Robson Merola de Campos - Advogado    - Créditos para o portal Ternuma                                                                                               A VITÓRIA PERTENCE AOS BRAVOS! // 

O último domingo, 12/04 não empolgou. Longe disso. Em termos numéricos menos da metade das pessoas que foram para a rua em 15/03 voltaram em 12/04. E todos nós nos perguntamos: qual a razão? Com certeza não é porque os indicadores do Brasil tenham melhorado. Ou a corrupção tenha diminuído. Ou os políticos tenham dado mostra de terem um pouco mais de respeito pelos brasileiros. Ou Dias Toffoli tenha resolvido se dar por suspeito no julgamento do “Petrolão”. A última pesquisa feita pelo Datafolha, que entrevistou milhares de pessoas em 10 e 11/04 confirma isso: os brasileiros estão tão insatisfeitos quanto em 15/03. E continuam sem ver a famosa luz no fim do túnel...
Se as melhoras não vieram, então por que 12/04 não repetiu a dose? Ou, reformulando a questão: por que não foram para a rua as esperadas cinco milhões de pessoas, como os mais otimistas previam? O motivo é simples: o brasileiro não está acostumado a lutar pelos seus direitos. O brasileiro típico é avesso à discussão política. Aliás, famoso bordão vaticina: não se discute religião, política ou futebol. Muitos achavam que bastava ir para as ruas em 15/03 e já no dia seguinte o Brasil teria mudado. E para melhor. Ledo engano. Mudanças não acontecem da noite para o dia.
Os organizadores das manifestações argumentam que apesar do menor número de pessoas nas ruas, houve uma maior adesão de cidades pelo Brasil. E que uma coisa compensa a outra. Permito-me, com todo respeito pelas opiniões divergentes, discordar. Movimentos de massa devem ser realizados pelas massas. E quanto mais gente melhor. Se no dia 12/04 tivessem ido dez milhões de pessoas para as ruas, já na segunda feira políticos inquietos nas suas cadeiras estariam dando explicações e buscando alternativas para acalmar as multidões. Ou mesmo preparando o impeachment de Dilma Rousseff. Como já se previra que 12/04 não repetiria 15/03, a Presidente Dilma sequer se deu ao trabalho de acompanhar pessoalmente com seu staff de ministros as manifestações. Aliás, alguém sabe onde ela estava no domingo? Brasil, Panamá ou a caminho entre os dois países? Verdade seja dita, se em 15/03 o povo na rua incomodou a alta cúpula do Planalto, dessa vez foi mais ou menos como soltar alguns rojões em festa de São João: você sabe que aconteceu, mas ninguém dá a menor importância.
A pergunta que não quer calar nesse momento é exatamente essa: e agora? O que acontecerá? Salvo se houver um fato novo e espetacular, a tendência do movimento popular nas ruas do Brasil é ir paulatinamente se esvaziando. Infelizmente, os escândalos de corrupção estão aí todos os dias. Cada um pior que o outro. E o brasileiro parece que vai “levando” sem realmente se importar... A questão da implantação dos ideais do Foro de São Paulo no Brasil também não parece incomodar o brasileiro. Estimo que menos de 1% da população brasileira saiba sequer da existência do Foro de São Paulo e das suas implicações. Comunismo? Que bobagem, isso nunca existiu, dirá a maioria dos jovens brasileiros que foi doutrinada em escolas e faculdades por anos.
Devemos então continuar nos importando? Uma pergunta que martelou a minha cabeça desde as manifestações de domingo resume bem esse dilema: devemos salvar o Brasil dos brasileiros? Essa não é uma pergunta que terá uma resposta simples. Porém, afirmarei aqui com toda a convicção: sim! Devemos! E explicarei o motivo. Os brasileiros não sabem exatamente o que está acontecendo com seu país. E não sabem porque à cúpula governamental não importa que os brasileiros conheçam a sua história. Reformulo: Dilma, Lula, e a alta direção do Partido dos Trabalhadores contam com isso. Quantas vezes já citei esse fato? Incontáveis! Vários amigos ou leitores (civis ou militares) que mantém contato comigo por variados meios, e pessoas cultas, de todas as classes sociais, de todos os níveis de escolaridade, revelam imensa surpresa pelos fatos históricos que eu narro em meus artigos. Muitos afirmaram desconhecer o que era o Grupo G-11 de Leonel Brizola. Ou que José Genoíno tinha sido guerrilheiro. Ou a ocorrência do atentado do Aeroporto dos Guararapes. Isso só para citar três pequenos exemplos...
Por isso, quando o brasileiro, com a sua inércia dá a entender que não se importa, ele o está fazendo sem levar em consideração todos os elementos para formar convicção. Desconhece a própria história. E desconhece, porque todos nós, e aí eu mesmo faço a minha ‘mea culpa’, fomos omissos. Nos calamos quando deveríamos ter gritado. Nos omitimos quando deveríamos ter divulgado a verdade. E com nosso silêncio permitimos que a mentira fosse disseminada. E essa mentira hoje predomina em corações e mentes do povo brasileiro, especialmente em significativa parcela da nossa juventude.
Existe aqui uma questão fundamental que deve ser levada em consideração por todos nós, patriotas. Nós temos, e especialmente, nossas lideranças têm algo que eles, que hoje ocupam transitoriamente os corredores do poder não possuem: PATRIMÔNIO MORAL! Escrevi em caixa alta, quase gritando essas duas palavras propositadamente. Nossas lideranças patrióticas (e o inteligente amigo leitor sabe exatamente a quem me refiro) têm PATRIMÔNIO MORAL. Quando se manifestam ou quando agem colocam sempre o BRASIL e o povo brasileiro em primeiro lugar. Não tergiversam com o patriotismo. Isso não tem preço. Se um dia ocuparam o Palácio do Planalto foi a pedido de significativa parcela da população, para salvar o Brasil do iminente risco de se tornar um satélite da União Soviética. E deixaram o Planalto justamente atendendo ao pedido dos brasileiros. Infelizmente, no vácuo, abriu-se espaço para aqueles que hoje usam e abusam da posição que ocupam para o seu próprio e pessoal projeto de poder.
Repetindo então, para que dúvidas não possam restar: temos a obrigação moral de continuar realizando o nosso trabalho! Divulgar as verdades. Denunciar as mentiras. De todas as formas e todos os meios que estiverem ao nosso alcance. Não podemos deixar diminuir nosso ímpeto. Devemos continuar requerendo a punição para todos aqueles que lesam e espoliam a nossa Pátria. A vitória final pertence aos Bravos. E para alcançar a vitória precisamos repensar estratégias, adaptarmo-nos ao meio, buscar alternativas. Essa é a nossa sagrada obrigação com a Nação Brasileira. Não somos Patriotas de ocasião. Não somos Patriotas porque é fácil, é cômodo, é bonito ou dá ibope. Longe disso: somos Patriotas porque amamos o Brasil. Somos Patriotas porque acreditamos na justeza de nossos ideais e conhecemos perfeitamente quais são os riscos que a nação brasileira é hoje submetida. Somos Patriotas porque nosso coração é verde e amarelo e quando ouvimos o Hino Nacional, ainda que na reserva, ficamos em posição de sentido e sentimos um arrepio percorrer o nosso corpo. Somos Patriotas porque não nos esquecemos do juramento que um dia fizemos, e com ele nos comprometemos por toda uma vida. Somos Patriotas porque estamos dispostos a defender o Brasil, de todos os seus inimigos, internos ou externos, ainda que com o sacrifício da nossa própria vida. Mas é sempre bom lembrar as palavras do General Álvaro Pinheiro, a quem peço licença para citar: “morrer pela Pátria é coisa de amador”.
Encerro essas linhas com um pensamento de Sun Tzu, que acredito bem apropriado para a ocasião: a vitória está reservada para aqueles que estão dispostos a pagar o preço!
A vitória pertence aos Bravos!

quinta-feira, 9 de abril de 2015

(PÁTRIA NA LAMA) O caos político

VAMOS OUVIR NIVALDO CORDEIRO NA QUESTÃO DE JAIR BOLSONARO NA GLOBO-NEWS E SUA POSIÇÃO NAQUELA NOITE FATÍDICA, NO QUAL A GLOBO SAIU PERDEDORA E O VITORIOSO FOI O MITO ! ABAIXO UM DOS SEUS ARTIGOS PUBLICADO AQUI NO ARTIGOS E COLUNA NO MÊS DE AGOSTO DE 2015. VALE APENA LER DE NOVO
Por Nivaldo Cordeiro                                                                                                                                                                                                                                                                                    O CAOS POLÍTICO

08/04/2015

O dia de ontem mostrou o tamanho do desastre da desarticulação política da presidente Dilma Rousseff. Sua inabilidade e falta de realismo levou-a a um beco sem saída. Para piorar, está colhendo os frutos dos graves erros de decisão que tomou desde que a campanha eleitoral foi encerrada, refletidos nos índices de preços e da produção. A irritação dos brasileiros com seu governo está expressa nas elevadíssimas taxas de rejeição que ela sofre, as maiores desde que são medidas.

A coincidência da elevação dos índices de preços com a impopularidade não é ao acaso. Dilma Rousseff errou profundamente ao fazer realinhamento de preços do setor elétrico. Não é possível imaginar que houvesse um descompasso de 50% nos preços e a decisão ficou parecendo como a uma maneira de extorquir os contribuintes com mais impostos indiretos. Ocorre que a conta de luz é democrática e chega a cada um dos lares. Ninguém se esquecerá facilmente desse tarifaço. Parece óbvio que o mais sensato teria sido um reajuste paulatino, sem tentativa de arrecadar mais com os preços de monopólio.

Essa decisão, ao lado das eloquentes revelações dos processos do petrolão, são os dois ingredientes decisivos na derrocada da popularidade de Dilma Rousseff. Já a relação deteriorada com o Congresso Nacional se deve a um fator exógeno ao PT: a vitória parlamentar do PMDB nas últimas eleições, que foi feita às custas do PT. E também porque o Congresso se deu conta do regime semi parlamentarista em vigor, tendo passado a exercer seus plenos poderes constitucionais. O Executivo fragilizou-se imediatamente. Ainda ontem a presidente parece ter abdicado da palavra final das coisas do Governo ao conceder a Michel Temer que a Casa Civil não terá a palavra final sobre os acordos políticos. O ministro deveria se demitir depois dessa.

Há ainda um outro fator determinando a queda da popularidade: o preço dos combustíveis. Toda gente sabe que a cotação do petróleo no mercado internacional caiu à metade, enquanto que a Petrobras, surrupiada pelo PT, pratica os maiores preços do planeta, absorvendo margem desproporcional. O fato está refletido nos índices de preços e nas pesquisas de opinião. Podemos dizer: o povo não é bobo.
O governo de Dilma Rousseff, enquanto proposta articulada para o país, acabou ontem, com a abdicação de seu poder sobre as decisões políticas. Michel Temer virou uma espécie de regente, à espera do desenlace final de um eventual processo de impeachment. A história ensina que um governo não sobrevive sem o apoio de seu próprio povo. As manifestações do próximo dia 12 de abril deverão servir de marco no rumo de uma eventual transição de poder.

O PT esgotou-se de tanto mentir. A propaganda eleitoral de Dilma Rousseff, dizendo que não haveria ajuste fiscal para, em seguida, fazê-lo corroeu as bases da legitimidade do poder. Foi uma traição direta aos seus eleitores. Um desastre de comunicação dessa envergadura só pode ocorrer se se achar que as pessoas não perceberiam o abismo entre a prática e o discurso de véspera. O povo não é bobo, não.

Agora é esperar os próximos passos. Se as manifestações do domingo vindouro forem da envergadura com que estão previstas Dilma Rousseff terá que sair do poder, por bem ou por mal. Até porque as manifestações não serão esgotadas no domingo. Outras virão, agora provavelmente em meio dos sintomas mais tenebrosos da crise econômica, a começar pela elevação da inflação e do desemprego. O PT perdeu qualquer legitimidade com suas mentiras.

Quem viver verá.                                                                                                                                                                                                                                                                     

domingo, 5 de abril de 2015

(PÁTRIA NA LAMA) Documentos e testemunha mostram que a presidente Dilma avalizou o contrato de montagem do Estaleiro Rio Grande


                                                                    O “mar de lama” que derrubou Getúlio Vargas era café pequeno se comparado com o crime continuado da quadrilha (ou das quadrilhas) do PT.                        É um escândalo atrás do outro e o brasileiro não pode perder a capacidade de se indignar. Nesta “Semana Santa” invoquemos a Deus para que surjam outros Juízes SÉRGIO MORO e a nação brasileira neles possa confiar! Não é possível imaginar que tantos ladrões encasacados deixem de ser punidos.



Repasso, embora descrente de que a anta possa dançar por causa disso. 
Gen. Ex. José Carlos Leite Filho 


Acharam o batom, mas dessa vez não é em cueca, não; é em roupa feminina, mesmo. 

 
Com a assinatura de Dilma

Documentos e testemunha mostram que a presidente Dilma avalizou o contrato de montagem do Estaleiro Rio Grande, envolvido desde a sua origem em esquemas fraudulentos e por onde escoaram mais de R$ 100 milhões em propinas para os cofres do PT e aliados

Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)
A Operação Lava Jato já concluiu que, a partir de 2010, pelo Estaleiro Rio Grande, escoaram propinas de cerca de R$ 100 milhões para os cofres do PT e aliados. A constatação foi extraída a partir de delações premiadas, dentre elas a do ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco, e de Gerson Almada, vice-presidente da Engevix. A partir das próximas semanas, o Ministério Público terá acesso a um outro capítulo sobre as falcatruas que envolvem o estaleiro e, pela primeira vez, um documento com a assinatura da presidente Dilma Rousseff será apresentado aos procuradores que investigam o Petrolão. Trata-se do contrato que deu início a implementação do Estaleiro Rio Grande, em 2006. Dilma, na época ministra da Casa Civil, assina como testemunha. Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras e hoje na cadeia, assina como interveniente, uma espécie de avalista do negócio.
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O documento será entregue aos procuradores por um ex-funcionário da Petrobras que resolveu colaborar com as investigações, desde que sua identidade seja preservada. Ele atua há 30 anos no setor de petróleo e durante 20 anos trabalhou na Petrobras. Além do contrato, essa nova testemunha vai revelar aos procuradores que desde a sua implementação o Estaleiro vem sendo usado para desviar recursos púbicos e favorecer empresas privadas a pedido do PT. Na semana passada, a testemunha antecipou à ISTOÉ tudo o que pretende contar ao Ministério Público. Disse que o contrato para a implementação do Estaleiro é fruto de uma “licitação fraudulenta, direcionada a pedido da cúpula do PT para favorecer a WTorre Engenharia”. Afirmou que, depois de assinado o contrato, servidores da Petrobras “foram pressionados a aprovar uma sucessão de aditivos irregulares e a endossarem prestações de contas sem nenhuma comprovação ou visivelmente superfaturadas”. Um mecanismo que teria lesado a estatal em mais de R$ 500 milhões.
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O contrato que os procuradores irão receber foi assinado em 17 de agosto de 2006. O documento tem 43 páginas e trata sobre a construção física do estaleiro. De acordo com as revelações feitas pelo ex-funcionário da Petrobras, para escapar do rigor da lei das licitações, a estatal incumbiu a Rio Bravo Investimentos DTVM de conduzir a concorrência. O processo licitatório, segundo a testemunha, foi dirigido de modo que a WTorre superasse outras gigantes do setor e fechasse um negócio de R$ 222,9 milhões para erguer a infraestrutura física do estaleiro adequado à construção de plataformas semi-submersíveis. “A Camargo Corrêa chegou a oferecer uma proposta melhor do que a da WTorre, mas depois a retirou e apresentou outra com valor muito maior”, lembra o ex-funcionário da estatal. “A gente ouvia que a WTorre estava ajudando o PT em São Paulo e deveria ficar com a obra. Havia uma forte pressão da cúpula do PT”. O ex-funcionário da Petrobras não diz nomes, mas os procuradores da Lava Jato têm informações de que o ex-ministro Antônio Palocci seria o consultor da WTorre nessa operação. Tanto Palocci como a empreiteira negam. A WTorre afirma que participou de uma concorrência absolutamente regular, cumpriu com sua parte no contrato e posteriormente vendeu os direitos de exploração do estaleiro.
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Finalizada a concorrência para a montagem do Estaleiro, a Rio Bravo voltou à cena, segundo a testemunha, tornando-se gestora do negócio e adquirindo os direitos decorrentes da construção e do contrato de locação por dez anos. “A Rio Bravo converteu esses direitos em quotas do fundo imobiliário que foram adquiridos pela Petrobras (99%). Deu-se então outra operação heterodoxa: uma emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), gerando assim uma receita antecipada para os envolvidos na negociação. Em contratos públicos, normalmente a empreiteira só recebe após a comprovação de que realizou determinada etapa de uma obra. Nesse caso, o dinheiro caiu antes na conta”, afirma a testemunha. De acordo com o ex-funcionário, “a Petrobras assumiu todo o risco e bancou 80% do empreendimento”. Para o líder do DEM na Câmara, deputado Mendonça Filho, toda a operação precisa ser apurada. “A presidente Dilma referendou um contrato repleto de suspeição, fruto de uma operação extremamente nebulosa, ao lado de um ex-diretor da Petrobras que foi preso pela Operação Lava-Jato. Caberá à CPI e à força-tarefa da Lava-Jato se debruçar sobre esse fato”, disse o parlamentar. Mendonça Filho ressalta que o contrato entre a Rio Bravo e o Estaleiro Rio Grande “é o primeiro documento nas investigações da Petrobras com a assinatura da então ministra e hoje presidente Dilma”. Para o líder parlamentar, a Petrobras foi “irresponsável”. “Tudo isso mostra uma relação absolutamente promíscua, que claramente lesa o interesse da própria empresa e repete a conexão de alimentação ilegal do sistema político”, afirmou.
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Ao revelar o que sabe para os procuradores da Lava Jato, a nova testemunha vai complicar a situação de Renato Duque e de Pedro Barusco. Segundo o ex-funcionário da estatal, em sua delação premiada Barusco omitiu o que ocorrera antes da venda do Estaleiro pela WTorre a Engevix, que conduziu as negociações para a compra dos navios-sonda, que renderam propinas de R$ 40 milhões ao PT. “A delação do Barusco se refere a algo posterior, depois que o estaleiro foi vendido pela WTorre para a Engevix e o Funcef. Mas, não sei por que razão, ele preferiu não dizer o que aconteceu antes disso”, disse o funcionário. Barusco, segundo a testemunha, acompanhou a obra do estaleiro desde a assinatura do contrato de 2006. “Tivemos algumas reuniões com ele. Era muito gentil e objetivo. Fazia perguntas técnicas sobre o projeto”, lembra. Para o trabalho “político”, o sub de Renato Duque também tinha um sub, o gerente de Implementação de Projetos, Antonio Carlos Alvarez Justi, apelidado de Barusco do Barusco.
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Outra fraude, revelada pelo ex-funcionário da Petrobras se refere a aditamentos milionários. De agosto de 2006 a setembro de 2010, segundo a testemunha, foram assinados 12 aditivos, tanto para reajuste do valor do contrato como para o alargamento de prazos. Alguns desses aditivos, de acordo com a testemunha, foram justificáveis, outros não. “Sempre a decisão política prevaleceu sobre a técnica”, diz. Em 2007, a Petrobras anunciou que encomendaria ao estaleiro, além das plataformas submersíveis, cascos de navios-sonda. Com isso, o projeto precisou ser ampliado. Foi firmado um novo contrato de R$ 216,8 milhões, totalizando R$ 440 milhões. Em 2008, a WTorre entrou com pedido de um aditivo de R$ 365 milhões. “Criou-se uma comissão de negociação para avaliar o pleito e o Justi cobrou uma solução rápida. Ele estipulou o prazo de 30 dias para a comissão analisar o pleito e elaborar a minuta do contrato, algo humanamente impossível”, revelou a testemunha. Justi, de acordo com o funcionário, resistia a que o tema fosse levado ao Departamento Jurídico da Petrobras por não querer questionamentos. Nesse caso, porém, uma comissão interna da estatal reagiu. Providenciou uma auditoria nas planilhas de custos apresentadas pela WTorre revelando que pelo menos R$ 150 milhões do total do aditivo solicitado eram injustificáveis. “Eram valores sem comprovação. Custos forjados para superfaturar o valor do contrato”, afirmou o ex-funcionário. Mas o alerta feito pela comissão interna da Petrobras não surtiu o efeito desejado. Dois anos depois, conforme planilhas da Rio Bravo, o valor da obra alcançou R$ 711,6 milhões. E, graças a uma nova suplementação de recursos, ao final, a obra foi orçada em R$ 840 milhões.
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Em 2010, foi anunciada a venda do Estaleiro Rio Grande para a Ecovix, uma companhia criada pela Engevix em parceria com o Funcef. Embora o negócio só tenha sido oficializado em junho, há indícios de que a transação já estava acertada nos bastidores desde o início do ano. A testemunha conta que Gerson Almada, vice-presidente da Engevix atualmente preso pela PF, foi comemorar o acerto num bar bastante reservado, localizado no interior de uma loja de bebidas no Centro do Rio. “Ele estava muito animado. Todos que estavam na mesa riam muito”, lembra. Para formalizar o negócio da Engevix com a Funcef, segundo a testemunha, Almada teria recorrido novamente aos préstimos de “um cacique do PT”. “O Almada nunca escondeu que contava com o apoio da cúpula do partido”, afirma a testemunha. À imprensa, a Engevix anunciou que todo o negócio envolvendo a compra do Estaleiro custou R$ 410 milhões. Para o ex-funcionário da estatal, “o valor real foi pelo menos o dobro.”
Com as revelações dessa nova testemunha, o Ministério Público deverá aprofundar a investigação em torno dos negócios envolvendo o Estaleiro Rio Grande. Os procuradores, no entanto, não poderão dar maior atenção ao fato de Dilma ter assinado o contrato. Caso encontrem indícios de crime no documento, todas as provas serão submetidas ao STF, dado ao foro privilegiado da presidente, que não pode ser investigado em primeira instância. No universo político a reação é outra. O deputado Mendonça Filho já adiantou que pedirá que a CPI entre no caso. A construção do Estaleiro Rio Grande já havia motivado requerimentos dos deputados Ivan Valente (PSOL-SP) e Eliziane Gama (PPS-MA). Valente pedirá prioridade na convocação do ex-ministro Antonio Palocci, depois que reportagem publicada na semana passara por ISTOÉ revelou que ele teria intermediado repasses ao PT a partir de consultorias para a WTorre.
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O fato de assinar o contrato não implica nenhum malfeito ou crime à presidente Dilma Rousseff. No entanto, especialistas ouvidos por ISTOÉ criticam o modelo de contratação do negócio e a participação da Petrobras como interveniente no contrato assinado por Dilma. O advogado Roberto Schultz, especialista em contratações públicas, acha que é importante analisar, no conteúdo do contrato, em que base se deu a participação da Petrobras. Segundo ele, é incomum ver uma empresa estatal ou de economia mista entrando como um terceiro num contrato entre empresas privadas. Esse interveniente geralmente é um “avalista” do acordo para casos de descumprimento de obrigações contratuais. “É muito raro. É difícil imaginar que alguém de uma empresa do porte da Petrobras colocaria seu carimbo em um contrato. Quando algo é muito feio você não diz que é feio, você diz que é diferente. Acho que é o caso”, afirma. A presença de Dilma e da Petrobras no contrato, segundo ele, espelharia o nível de envolvimento desses agentes com o projeto. “Mostra que as empresas envolvidas têm muita força, muita influência política”, diz. Schultz ressalta que “não faz sentido Dilma subscrever o contrato nem como ministra da Casa Civil nem como presidente do Conselho de Administração da Petrobras”. “Conselheiro não é um cargo de administração.”
Também atuante na área de contratos empresariais, a advogada Suelen Santos avalia como “atípica” a participação de autoridades públicas como “testemunhas” no contrato. No caso, apenas “sócios” ou administradores legitimamente constituídos deveriam avalizar o negócio. Ela lembra que a presença de testemunhas é um requisito para casos de litígio. Procurada pela reportagem, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República afirmou através de nota que a “instalação do Estaleiro Rio Grande é parte do programa de desenvolvimento da indústria naval brasileira. A produção no Brasil de equipamentos e bens para a exploração do pré-sal constitui uma grande ação de governo, gerando emprego e renda, ampliando as condições de crescimento da economia”.

Com reportagem de Josie Jeronimo 

(A PÁTRIA JAMAIS SERÁ VERMELHA) Encontro dos Oficiais da ativa e da reserva no comando militar do sul

RadionetnewsDescrição: "ENCONTRO DOS OFICIAIS DA ATIVA E DA RESERVA NO COMANDO MILITAR DO SUL - 31 DE MARÇO 
Havia mais de 200 oficiais da reserva. 
A solenidade esteve magnífica e o general Mourão deu um show de dignidade e coragem. Falou aquilo que há anos esperava ouvir de um general de Exército (quatro estrelas) da ativa. Não tergiversou, foi direto ao âmago do movimento de 1964. Falou do caos instalado à época no país, passou pela Intentona de 35 e acabou no comício da Central do Brasil. Citou o nome de militares do Exército assassinados por terroristas, inclusive o do soldado Mário Kozel Filho (numa perceptível ilação ao atentado em que o grupo da presidente participou...). E foi por aí afora. Sabemos que quando um 4 estrelas se manifesta, tem o aval de todos os outros 4 estrelas.
foi entoada a Canção do Exército (que tem uma letra guerreira e emocionante) cantada a plenos pulmões pelos militares presentes. A cerimônia militar foi enxuta e extremamente objetiva. O general Mourão citou sete diretrizes do EB até 2016, discorreu sobre a situação crítica da segurança dos cidadãos brasileiros e de sua preocupação com os seus pares e seus familiares...Foi emocionante, foi muito aplaudido. Aplaudido de pé por todos presentes. Alguns oficiais foram às lágrimas. O general estava feliz...Sentimo-nos representados por um Oficial General do Exército Brasileiro de mais alta patente! Saímos com a alma lavada! O Comando Militar do Sul concentra a maior parte da força de carros de combate e de veículos blindados do Exército. É considerado com alto grau de operacionalidade, pela qualidade do pessoal e de material.  Lembrando que o Exército não fala. Age. E em toda nossa história: quando agiu, venceu!"
PARABÉNS GENERAL MOURÃO! A NAÇAO BRASILEIRA VOS SAÚDA!




ENCONTRO DOS OFICIAIS DA ATIVA E DA RESERVA NO COMANDO MILITAR DO SUL - 31 DE MARÇO
Havia mais de 200 oficiais da reserva.
A solenidade esteve magnífica e o general Mourão deu um show de dignidade e coragem. Falou aquilo que há anos esperava ouvir de um general de Exército (quatro estrelas) da ativa. Não tergiversou, foi direto ao âmago do movimento de 1964. Falou do caos instalado à época no país, passou pela Intentona de 35 e acabou no comício da Central do Brasil. Citou ...o nome de militares do Exército assassinados por terroristas, inclusive o do soldado Mário Kozel Filho (numa perceptível ilação ao atentado em que o grupo da presidente participou...). E foi por aí afora. Sabemos que quando um 4 estrelas se manifesta, tem o aval de todos os outros 4 estrelas.
foi entoada a Canção do Exército (que tem uma letra guerreira e emocionante) cantada a plenos pulmões pelos militares presentes. A cerimônia militar foi enxuta e extremamente objetiva. O general Mourão citou sete diretrizes do EB até 2016, discorreu sobre a situação crítica da segurança dos cidadãos brasileiros e de sua preocupação com os seus pares e seus familiares...Foi emocionante, foi muito aplaudido. Aplaudido de pé por todos presentes. Alguns oficiais foram às lágrimas. O general estava feliz...Sentimo-nos representados por um Oficial General do Exército Brasileiro de mais alta patente! Saímos com a alma lavada! O Comando Militar do Sul concentra a maior parte da força de carros de combate e de veículos blindados do Exército. É considerado com alto grau de operacionalidade, pela qualidade do pessoal e de material. Lembrando que o Exército não fala. Age. E em toda nossa história: quando agiu, venceu!